segunda-feira, 12 de julho de 2010
Fé insolúvel
Diante de tanta angústia e em meio a tanta escuridão... uma luz! Uma luzinha amarela, cor do sol, que ilumina o rosto com tamanha claridade, alcançando a face e o coração... mas para sentir, é preciso deixar-se tomar um banho dessa luz, abrindo a porta para que ela entre, e logo após a dizendo... "Seja bem-vinda, fé!" No percurso para chegar ao coração, ela ultrapassa a mente e seus pensamentos negativos, mas sua luz energética é tão forte e penetrável que consegue atropelar toda essa negatividade. Ela se mostra forte e irradiante e chega ao coração, sendo refletida seguidamente na boca, em forma de sorrisos e palavras como: "Sim, eu sei que vai passar!" A fé que não se desmancha, mora em um lugar que só quem a possui, conhece. Um lugar deserto, com poucas pegadas na areia, mas com uma luz tão nutritiva que continua a dar vida mesmo não havendo comida e água. Ela alimenta o doente e mantém viva a vontade de seguir os passos adiante. Mostra tudo por um lado melhor, e não faz perder a sua morada dentro de quem a tem, facilmente. É como se fosse uma semente plantada, que quanto mais água receber, mais forte ficará para se desenvolver e criar raízes. Assim, nem um vento é capaz de arrancá-la. É revitalizadora e necessário tê-la... eu tenho!
Dias sim, dias não
Tem momentos na vida, que não precisa falar muito. Os fatos falam por si sós! Adoro as pessoas, os dias, os sorrisos e decepções que tive... adoro a continuidade da vida! Ser mais, falar menos, ouvir mais e nunca ser menos. Adoro os saltos, a distância, a saudade de um tempo que se foi, das pessoas que se foram... É bom pensar no tempo, na transitoriedade das coisas, do amor platônico que hoje quase não se lembra mais! Aqueles detalhes que marcaram, e que hoje são lembrados com amor. Também é interessante pensar no futuro... de como estará a vida daqui a alguns anos. Mas melhor ainda é olhar pro agora, fazer a diferença e se deixar levar...
"Relaxa baby e flui: barquinho na correnteza, Deus dará." (Caio Fernando Abreu)
"Relaxa baby e flui: barquinho na correnteza, Deus dará." (Caio Fernando Abreu)
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Brasil
Já era! Eliminação e cabou-se! Mas e o nosso Brasil, como fica? Triste, tristinho... é isso aí gente, shit always happens! Quem sabe em 2014?!
Vamos agora partir pra outra torcida, sem ser de futebol... mas a torcida pelo progresso dito na bandeira nacional!
Vamos todos mobilizar esse país que está fatigado de injustiças e mergulhados em desigualdades que nenhuma Copa ganha seria capaz de mudar.
O futebol é sim, MUITO importante, mas não é tudo.
Choremos, mas pensemos.
A vida aqui dentro, continua... e a realidade está aí, jorrando água fria todos os dias na cara do brasileiro.
Já imaginou quantas barbaridades aconteceram e foram simplesmente 'abafadas' pela mídia, a qual estava bitolada unicamente à Copa?
Tsc...
Enfim, é esse meu último suspiro de lamento não só ao Brasil ter perdido, mas à tantas outras coisas perdidas e que ainda irão se perder nesse país, o qual quer a vida em jogo, enquanto o resto quer é ser feliz!
Quero a Ordem e o Progresso!
Vamos agora partir pra outra torcida, sem ser de futebol... mas a torcida pelo progresso dito na bandeira nacional!
Vamos todos mobilizar esse país que está fatigado de injustiças e mergulhados em desigualdades que nenhuma Copa ganha seria capaz de mudar.
O futebol é sim, MUITO importante, mas não é tudo.
Choremos, mas pensemos.
A vida aqui dentro, continua... e a realidade está aí, jorrando água fria todos os dias na cara do brasileiro.
Já imaginou quantas barbaridades aconteceram e foram simplesmente 'abafadas' pela mídia, a qual estava bitolada unicamente à Copa?
Tsc...
Enfim, é esse meu último suspiro de lamento não só ao Brasil ter perdido, mas à tantas outras coisas perdidas e que ainda irão se perder nesse país, o qual quer a vida em jogo, enquanto o resto quer é ser feliz!
Quero a Ordem e o Progresso!
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Nº
Números: 1, 2, 3, 4, 5, 1000, 20000...
Saiamos dos dados numerados, e entremos como seres numerosos, please.
(Ideia retirada do livro "O Pequeno Príncipe")
São exatos, e contam com a objetividade. Somos bombardeados todos os dias com eles, implícito ou explicitamente e às vezes não nos damos conta disso. São com números, o enquadramento das situações de um país, as estatísticas da fome, miséria, população, economia, bolsa de valores, datas e eles conseguem ser até mesmo espelhos de nossas carapuças. Eles nos disfarçam dia-a-dia quando alguém pergunta quanto ganhamos, o valor disso, o preço daquilo, quantas pessoas na família, quantos anos e assim se prossegue esse pseudo-reconhecimento dos outros com o que se tem, em quantidade. É mais fácil olhar pra uma casa e dizer seu valor, do que dizer o que o imóvel possui. Principalmente os adultos entenderão melhor se for em números. Pessoas chatas, sérias, secas e muitas vezes vazias de sentido. Não generalizo! Mas ser gente grande também é questão de número. Observe as estatísticas de crianças que se iniciam sua vida adulta mais cedo? Esses números são alardeados, preocupantes, mas são números... Eles tomam contam de nossa situação e montam nossa imagem diante dos outros. Mais se preza o ter, em número, do que o ser, em essência. São dois lados, jamais alcançados, e postos em prateleiras paralelas, diferenciando-se quanto aos preços... mas seus preços também são números! Eles estão rolando...
Saiamos dos dados numerados, e entremos como seres numerosos, please.
(Ideia retirada do livro "O Pequeno Príncipe")
domingo, 27 de junho de 2010
Inconstante
Depois de uma conversa organizada, de palavras armadas e sentimentos contraditórios pude perceber o vazio, o oco que se instala dentro de você. Oco esse, que me perturba, me desanima e me faz pensar no cemitério carregado e visto por todos, em sua cabeça. Somente soltando as amarras, poderás me enxergar como presente - em tempo e matéria - e só assim me abrirás a porta para a tão desejada felicidade. Uma coisa unilateral, indescritível e inútil aos meus olhos, tão perto do teu coração. Fácil e ao mesmo tempo difícil nos chegarmos, nos sentirmos - de verdade. Trocamos de extremos e nos procuramos em momentos inesperados, sendo o esperado nunca concretizado. É um não-querer mais bem-querer, me tirando a paciência, o sono e o ar de estar viva. É a paixão dilacerando!
terça-feira, 8 de junho de 2010
Faz-se melhor!
Hoje bateu aquela vontade de escrever, unicamente. Mas o que escrever? Bem, não sei mesmo... Penso que para se ter essa vontade repentina é preciso apenas gosto, pensamento e transferência. É exatamente o que estou fazendo agora...
Ando com algumas ideias confusas e talvez isso seja o 'querer' organizar as mesmas em parágrafos e frases. Mas também tenho fases... frases e fases! Está explicado - essa desorganização é apenas uma fase. Encontro-me mesmo em uma completa bagunça do meu ser, conflituando com meus valores e questionamentos (eles martelam constantemente) e me tomando tempo para refletir sobre quem sou. Busco, busco, encontro e me perco! Decidi então, que seria apenas eu, sem haver de me ditar para os outros... Já superei 1/2 do conflito interno e agora, me olho sozinha. Assim, me sinto melhor...
mas e a outra parte?!
Melhore, melhore, vá!
"Hoje eu não vivo só... em paz
Hoje eu vivo em paz sozinho
Muitos passarão
Outros tantos passarinho
Hoje eu vivo em paz sozinho
Muitos passarão
Outros tantos passarinho
[...]
A razão é como uma equação
De matemática... tira a prática
De sermos... um pouco mais de nós!" (Fernando Anitelli)
De matemática... tira a prática
De sermos... um pouco mais de nós!" (Fernando Anitelli)
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